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Segunda-feira, 16 de Fevereiro 2026
Lula diz esperar que Senado vote indicação de Messias ao STF em 2026

Política

Lula diz esperar que Senado vote indicação de Messias ao STF em 2026

Ao defender a escolha, Lula disse que Messias é "uma pessoa altamente capacitada na relação com a Suprema Corte" e que seria "motivo de orgulho" para o país.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira (18) que espera que o Senado Federal analise e vote a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga aberta ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), no ano que vem, após a volta do recesso parlamentar. No início do mês, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, cancelou o calendário que previa a sabatina de Messias ainda em dezembro, justificando não ter sido enviada a Mensagem Presidencial formalizando a indicação.

"Vou encaminhar a papelada toda do [Jorge] Messias. Eu sei que não será mais votado este ano, a gente vai ter que esperar a volta do Congresso Nacional. O Poder Judiciário vai entrar de férias, o Congresso vai entrar de férias, só quem não vai entrar de férias sou eu. Então, eu vou fazer com que, quando voltar do recesso, o nome do Messias esteja lá e eu espero que haja a votação", disse o presidente durante entrevista coletiva, no Palácio do Planalto.

Lula comentou sobre o interesse de Alcolumbre na indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) ao cargo, que considerou legítima, mas ponderou que tinha planos para que o parlamentar concorresse ao governo de Minas Gerais.

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"O Senado queria indicar o companheiro Pacheco, que é um companheiro que tem muito mérito, que é uma pessoa que eu gosto pessoalmente, que é uma pessoa que eu sonhei em fazer o ser candidato para ganhar as eleições de Minas Gerais e ser governador de Minas Gerais", disse. 

Lula lembrou que o agora ex-ministro Luís Roberto Barroso antecipou sua aposentadoria no STF, o que teria causado uma "confusão" na expectativa da escolha.

"Não estava previsto, mas aconteceu um imprevisto. O Barroso pediu as contas do tribunal, se aposentou. Então, o companheiro Pacheco mudou de posição [sobre ser candidato a governador], e o companheiro Alcolumbre queria indicar, era um direito dele também, mas era um direito dele que propôs para mim. Ora, houve essa confusão, [mas] eu continuo com o nome do Messias", explicou.

Lula voltou a defender a escolha de Messias para o posto, a quem classificou de "uma pessoa altamente capacitada na relação com a Suprema Corte" e que seria  "motivo de orgulho" para o país.

Sobre sua relação com o Congresso Nacional, Lula fez questão de elogiar a interlocução com a cúpula do Congresso Nacional e negou haver problemas com os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado.  

"Não tem nada pessoal entre eu e o companheiro Alcolumbre. Eu sou amigo do Alcolumbre, gosto pessoalmente dele, ele tem nos ajudado de forma extraordinária a aprovar grande parte das coisas que a gente quer aprovar. É com ele que, muitas vezes, o [Fernando] Haddad [ministro da Fazenda] conversa, é com ele que muitas vezes a Gleisi [Hoffmann, ministra da Secretaria de Relações Institucionais] conversa. Então, não existe nada, não tem nenhuma crise entre eu e o Alcolumbre, entre eu e o Hugo Motta [presidente da Câmara dos Deputados]", afirmou.

FONTE/CRÉDITOS: Andreia Verdélio e Pedro Rafael Vilela – Repórteres da Agência Brasil
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): © Marcelo Camargo/Agência Brasil

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