A senadora maranhense e relatora da CPMI dos atos golpistas em 8 de janeiro, Eliziane Gama (Cidadania), está sendo acusada de combinar perguntas e respostas com ex-chefe do GSI Gonçalves Dias, antes do depoimento dele na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI).
Segundo a coluna Radar da Veja que teve acesso as mensagens de WhatsApp trocadas entre o filho do ex-chefe do GSI, Gabriel Dias e um assessor de Eliziane Gama, dois dias antes de o general depor à CPMI do 8 de Janeiro, foi exposta durante a sessão da CPMI nesta terça-feira (12), pelo deputado bolsonarista Filipe Barros (PL-PR).
"O relatório CPMI da senadora Eliziane Gama está eivado de uma grave suspeição" - afirmou o deputado paranaense.
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A senadora tentou desmentir e afirmou que nunca trocou mensagens com G. Dias e nem ninguém "próximo a ela" e disse ainda que a primeira vez que o viu foi no plenário da CPMI, para o depoimento do general. Eliziane ainda fez questão de lembrar que quem tentou uma aproximação que não vingou com o filho de G. Dias, foi os parlamentares Nikolas Ferreira e André Fernandes.