Antes mesmo das eleições municipais do primeiro turno de Imperatriz, foi possível visualizar uma série de atribuições aos candidatos a prefeito, como ele (a) são de esquerda ou de direita, bolsonarista, sarneystas, brandãonistas e até sobrou pra Assis Ramos como se ele tivesse ligação direta e indireta com os candidatos sem nunca assumir algum deles publicamente.
Nesse segundo turno também há uma intensificação nesses termos e a direita VS esquerda é o que mais está sendo usado, porém essa divisão política-partidária e ideológica pode prejudicar os interesses da cidade em sua reconstrução, pois quem hoje possui a maior fonte de recursos para os investimentos necessários para Imperatriz é justamente o governo federal e estadual e negar a isso é só uma pessoa brincando de conhecer política.
Imperatriz hoje possui um orçamento de mais de R$ 1 bilhão por ano e por mais que esse valor encha os olhos, é insuficiente para fazer uma transformação perceptível nos três maiores setores públicos, Saúde, Educação e Infraestrutura, que hoje são os três pilares mais sucateado de Imperatriz, com exceção da Educação.
Subir o tom com Brandão, governador do Maranhão é a maior burrice que um prefeito (a), pode fazer, sem falar do governo federal que é a maior fonte de recursos de investimentos. Sem contar que os senadores e a maioria doa deputados federais do Maranhão estão alinhado com o governo Lula (PT) e achar que isso é pouco, deve desistir da disputa eleitoral do segundo turno.
A "diplomacia política" que é o termo mais correto pra dizer quem tem uma boa relação entre todos os poderes, é nada mais nada menos que ser "humilde" pensando no bem estar da população e de seus interesses, tendo que engolir até mesmo suas insatisfações.
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