Após ser sancionada em setembro a Lei 13.869 de Abuso de Autoridade e já em vigor desde o dia 1º de janeiro de 2020, tem tirado o sono de autoridades como polícias, agentes públicos e também da própria imprensa no Maranhão.
A finalidade específica da Lei, é de não prejudicar suspeitos de cometerem crimes ao serem expostos em filmagem ou fotos com intuito de não gerar constrangimentos, também outrem em termos do agente público não se beneficiar a si mesmo ou a terceiro, ou, ainda, por mero capricho ou satisfação pessoal.
Em Imperatriz - MA, no ultimo dia 30 de janeiro, aconteceu uma reunião entre o Ministério Público, Polícia Civil e Polícia Militar, onde o promotor de Justiça Carlos Augusto Ribeiro, titular da 3ª Vara Criminal da Comarca de Imperatriz, orientou que as forças policiais cumprissem normas relacionada ao cumprimento da Lei de Abuso de Autoridade, entre elas, o promotor de Justiça, sugeriu o fechamento da Sala de Imprensa que fica na Delegacia Regional, onde anteriormente a no a Lei do Abuso de Autpridade, os suspeito de cometer crimes eram apresentados na sala de imprensa para em seguida ser apresentado a delegado de plantão para lavrar a prisão.
Com a orientação do Mistério Público em desativar a Sala de Imprensa em Imperatriz, não resta dúvida que as demais no Maranhão siga o mesmo exemplo, da imprensa não apresentar a sociedade quem são os criminosos.
Em Imperatriz, o Sindicato dos Jornalistas e Radialistas de Imperatriz (Sindijori) e a Associação de Imprensa da Região Tocantina (Airt), ainda não se pronunciaram sobre o fato da Sala de Imprensa ser desativada em recomendação do Ministério Público.