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Segunda-feira, 25 de Maio 2026
Presidente Lula inicia tratamento de radioterapia após remoção de lesão na pele
Política

Presidente Lula inicia tratamento de radioterapia após remoção de lesão na pele

O tratamento preventivo, com 15 sessões, é realizado no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu início, nesta segunda-feira (25), a um tratamento de radioterapia preventiva no couro cabeludo. A medida, realizada no Hospital Sírio-Libanês em Brasília, visa evitar a recorrência de um carcinoma basocelular, uma lesão na pele removida cirurgicamente em 24 de abril. O protocolo prevê 15 sessões.

Conforme informações divulgadas pelo hospital, o presidente manterá sua agenda de compromissos sem restrições, continuando suas atividades diárias sob a supervisão das equipes médicas. O acompanhamento é coordenado pelo cardiologista Roberto Kalil Filho e pela médica Ana Helena Germoglio.

O Palácio do Planalto informou que as 15 sessões de radioterapia serão distribuídas ao longo de três semanas, com cada aplicação tendo uma duração aproximada de apenas dois minutos.

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Mesmo com o começo do tratamento nesta manhã, o presidente Lula não interrompeu suas obrigações. Ele cumpriu sua agenda no Palácio do Planalto, que incluiu um evento com representantes de nações africanas.

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O tratamento de radioterapia é uma etapa posterior a um procedimento cirúrgico realizado em abril, na cidade de São Paulo. Na ocasião, foi feita a remoção de um carcinoma basocelular localizado no couro cabeludo do presidente.

A equipe médica responsável assegurou que a intervenção cirúrgica ocorreu sem quaisquer intercorrências, e Lula recebeu alta no mesmo dia.

O que é o carcinoma basocelular?

O carcinoma basocelular representa a forma mais frequente de câncer de pele, frequentemente associado à exposição prolongada ao sol. Caracteriza-se por ser uma lesão de crescimento lento, com baixa probabilidade de metástase para outras regiões do corpo. Quando diagnosticado em estágios iniciais, apresenta elevadas taxas de cura.

O boletim médico divulgado nesta segunda-feira foi assinado por Rafael Gadia, diretor de Governança Clínica do Hospital Sírio-Libanês, e por Volney Vilela, diretor clínico da instituição.

FONTE/CRÉDITOS: Com edição do Lnove Notícias
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): © Paulo Pinto/Agência Brasil

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