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Sábado, 23 de Maio 2026
TSE define ministros para julgar propaganda eleitoral de presidenciáveis
Justiça

TSE define ministros para julgar propaganda eleitoral de presidenciáveis

Os magistrados atuarão em ações protocoladas por campanhas presidenciais, focando em disputas sobre propaganda e pedidos de direito de resposta.

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou, nesta sexta-feira (22), a composição do corpo de ministros responsáveis por julgar os processos relacionados à propaganda eleitoral dos candidatos à Presidência da República nas eleições de outubro. A decisão, tomada pelo presidente da Corte, Nunes Marques, visa assegurar a celeridade e a imparcialidade nas disputas que surgirem entre as campanhas presidenciais, especialmente em relação a contestações de material publicitário e solicitações de direito de resposta.

Além do presidente Nunes Marques, a equipe designada para essa função inclui o vice-presidente André Mendonça e a ministra Estela Aranha. As nomeações foram oficialmente divulgadas no Diário da Justiça, também nesta sexta-feira.

Composição e perfis dos magistrados

O ministro André Mendonça ocupa uma das vagas destinadas a membros do Supremo Tribunal Federal (STF) na composição do TSE. Sua nomeação para a Suprema Corte ocorreu durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

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Já a ministra Estela Aranha preenche uma das cadeiras reservadas a juristas. Ela foi indicada para o cargo pelo atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reforçando a diversidade na composição da Corte Eleitoral.

A principal atribuição desses ministros será analisar e julgar as ações apresentadas pelas campanhas presidenciais. Isso inclui contestações contra a propaganda dos adversários e a avaliação de pedidos de direito de resposta, elementos cruciais para a lisura do processo eleitoral.

Estrutura do Tribunal Superior Eleitoral

É importante ressaltar que o TSE é constituído por um total de sete ministros. Desses, três vêm do Supremo Tribunal Federal (STF), dois são oriundos do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e os outros dois são advogados indicados diretamente pelo presidente da República. A Corte conta ainda com seus respectivos substitutos para garantir o pleno funcionamento.

FONTE/CRÉDITOS: Com edição do Lnove Notícias
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): © Marcello Casal jr/Agência Brasil

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