Foi divulgado no dia 1º de junho pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), as estatísticas mensais do emprego formal do mês de abril, entre eles, a do Maranhão que teve um crescimento "pífio" na geração de novos postos de trabalho no estado, mas que criou um clima festivo pelo governo maranhense em torno dos 100 primeiros dias de mandato de Carlos Brandão (PSB).
Brandão até tentou disfarçar o balde de água fria, comemorando os 2.202 novos empregos no Maranhão em suas redes sociais, mas o baixo crescimento em criação de novos empregos no estado, é fruto de ausência de uma política para a a indústria e comércio no estado.
Mais uma vez avançamos na geração de emprego. Segundo dados do Novo Caged, o Maranhão criou 2.202 postos de trabalho formais em abril. No acumulado do ano, o saldo é de 7.185 empregos formais, terceiro maior resultado do Nordeste no período.
Publicidade— Carlos Brandão 🇧🇷 (@carlosbrandaoma) June 2, 2023
Enquanto o agronegócio na Região do Matopiba via de "vento em popa" onde tem batido recordes - VEJA AQUI - Brandão ainda não focou que esse setor precisa de uma atenção redobrada no governo, para impulsionar concessões de créditos no setor e gerar parcerias com subsídios fiscal a novas indústrias, como por exemplo a automobilística que ainda não se instalou no estado maranhense.
Segundo o Confederação Nacional da Indústria (CNI), a perda de tração na atividade econômica no estado neste ano também ocorre pela queda do ritmo de crescimento do setor de serviços indústria e que ficará estagnada em 2023, afirma a entidade.
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