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Quinta-feira, 16 de Julho 2026
Ministério da Justiça e Segurança Pública articula combate ao crime organizado nos combustíveis
Justiça

Ministério da Justiça e Segurança Pública articula combate ao crime organizado nos combustíveis

Reunião no Rio de Janeiro define estratégias integradas para enfrentar a criminalidade no setor de combustíveis.

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Nesta quarta-feira (15), o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) liderou um encontro técnico crucial no Rio de Janeiro, com o objetivo de intensificar o enfrentamento ao crime organizado que atua no mercado formal de combustíveis. A iniciativa visa aprimorar as estratégias de combate a essa modalidade criminosa que afeta um setor econômico vital.

O propósito central da reunião foi fomentar um ambiente de colaboração entre diversas esferas, permitindo a formulação conjunta de ações concretas e eficazes. Essas medidas são direcionadas a desarticular a atuação do crime organizado em segmentos econômicos considerados estratégicos para o país.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, enfatizou o compromisso da pasta com essa articulação estratégica. Ele ressaltou que o ministério está dedicado a facilitar os acordos e a garantir a mobilização adequada das forças policiais e de inteligência, elementos essenciais para o sucesso dessa operação de enfrentamento.

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Segundo o ministro, o diagnóstico atual aponta que a crescente evolução e a expansão do crime organizado para o mercado formal demandam uma resposta multifacetada. Ele destacou a necessidade de uma articulação robusta entre os setores de segurança pública, inteligência, fiscalização e regulação para conter essa ameaça.

A gravidade do cenário no Rio de Janeiro

Antonio Campos Moreira, procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro (PGJ), trouxe à tona a seriedade da conjuntura atual no estado. Ele alertou para o imenso desafio que representa a recuperação do controle territorial pelas autoridades estatais, um ponto crucial para a segurança pública.

Moreira explicou que o tráfico de drogas, embora presente, é uma atividade econômica secundária para as grandes organizações criminosas. O poder real reside no domínio territorial, que permite a exploração integral do comércio local. Essa prática gera somas vultosas, posteriormente lavadas em diversos segmentos, como o estratégico setor de combustíveis.

FONTE/CRÉDITOS: Com edição do Lnove Notícias
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): © Fernando Frazão/Agência Brasil

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